Showing posts with label desabafo. Show all posts
Showing posts with label desabafo. Show all posts
Saturday, March 5, 2011
Sunday, February 6, 2011
Sunday, January 30, 2011
a efemeridade das pequenas eternidades
não existe nada mais breve que os momentos que ficam para sempre. um sorriso, um cumprimento, um toque, um nome, um olá. tudo isso não se esquece nunca. uma expressão facial, uma música, um sentimento, um filme, um concerto, um livro. são coisas que tão depressa começam, como depois teimam em não desaparecer nunca. em oposição temos as demoradas filas de trânsito, as longas horas de trabalho, os complexos processos burocráticos, que, uma vez terminados, desaparecem num instante, apagados da memória de longa duração que dirige o homem ao céu ou ao fundo da terra, conforme pecou muito ou não, ou conforme tem mais que fazer do que acreditar em seres superiores. a memória é selectiva. por vezes tortuosamente selectiva. creio que nunca deixarei de dizer aquele nome, mesmo na ausência da sua legítima proprietária.
Friday, December 17, 2010
é merda
se até aqui eu achava que há algo de superior, a partir de hoje tenho a certeza. tantas coincidências, tanta coisa para criar uma realidade. é destino, é força de vontade pura, não sei... mas existe uma ordem no universo, ou na nossa mente, que não admite ser desrespeitada... é deus, é nada, não faço ideia... só sei que começou com um dejecto de um qualquer animal, que até podia não existir, só para embelezar o quadro. é merda
Saturday, July 24, 2010
Segurança
Tenho pena de pensar assim. Por vezes apenas. Nem sei bem como penso, mas tenho dúvidas em relação a tudo. Por vezes questiono-me, serei eu inseguro? Pouco corajoso? Incapaz? Não, simplesmente incapaz de me dar a passos maiores que as pernas, nem tão pouco a passos maiores que os pés. Creio que estou simplesmente demasiado seguro para mudar o que quer que seja...
Friday, July 2, 2010
integral
Há coisas que não fazemos de propósito. Acontecem, e deixam-se acontecer. Gostava de acontecer um dia... Algures no final da minha juventude. Gostava de muita coisa, por vezes acredito que sim. Gostava de me saber integrar, gostava de ser uma pessoa íntegra, gosto de cereais integrais. Mas isso não está ao acesso de qualquer pessoa (os cereais integrais talvez estejam).
Ser é coisa difícil, coisa complicada.
Ser é coisa difícil, coisa complicada.
Wednesday, June 16, 2010
Esta merda é pessoal
Isto de viver é aborrecido. Ou nem por isso. É mais sacanagem, brincadeira que não cabe a todos. Digo eu. Não diz ninguém. Silêncio filho da mãe. Não sei que tenho contra o silêncio ou contra o que não sucede (talvez não tenha nada), mas neste momento apetece-me acontecer, sei lá, talvez sem querer. Ninguém diz nada, e continuamos perdidos, escondidos, assustados.
Gosto das coisas que acontecem sem querer. Todos esses planos, esses génios filhos do trabalho são um fiasco, uma mera aproximação do homem ao superior. Gosto de fluência, do acaso e do genial. Assim como gosto da miserabilidade que o assombra. Por vezes também gostava de ser um assombrado, um desses poucos, miseráveis maiores. É pura brincadeira, pura sacanagem. Aquilo custa, e não sou homem de custos, sou poupadinho, nos esforços e pagamentos. É cair por acaso, e por acaso cair no céu. Cair eternamente no vazio, no que não nos pertence. Porque nada pertence aos miseráveis: são superiores a tudo, nada prende o suficiente. Eu prefiro ter chão debaixo dos pés.
Pessoalmente as pessoas pensam. Pessoalmente as pessoas são. Pessoalmente as pessoas pessoam, e fazem por pessoar. Não sei se jamais pessoei acompanhado... E também não sei se já pessoei sozinho, enfim... Há pessoas que têm um terrível problema em serem elas próprias. Talvez porque não sejam. Talvez sejam demasiada coisa. Ou simplesmente estejam demasiado ocupadas para serem elas próprias.
Saturday, June 12, 2010
Ausente
Tenho estado ausente. Ausente de mim. É incrível como tudo fica incrivelmente bem feito quando estou ausente. As coisas correm bem, como se fugissem da realidade presa nos sentidos. Não, não faleço com a realidade, mas decerto fico preso em coisas que não pertencem, nem me deixam pertencer. Então, o que me custa, porque não fico um pouco mais tempo ausente?
Friday, June 11, 2010
...
chega a ser perverso, depois de uma noite de trabalho árduo na construção de um novo design para o blog, aparecer, no dia seguinte, uma nova funcionalidade que torna tudo isso trabalho de criança...
Thursday, May 13, 2010
corre
corre, corre... não sabes para onde? corre sem direcção... como no Forest Gump, que eu já vi, mas só lembro o "Run" e a corrida...então corre como ele, sem direcção, sem caminho, sem traço no chão... cuidado ao correr, podes flutuar e voar, por vezes acontece a quem corre demasiado... não corras tanto, podes-te magoar. mas porquê correr, senão para atingir o céu, para ultrapassar a única barreira que homem nenhum vivo ultrapassa sozinho... e eu tenciono ultrapassá-lo... já embalei lá de trás, mal será se não o fizer. no topo da casa mora uma criança doente. bato à janela aceno-lhe, e digo adeus... e ela corre atrás de mim. e todo o mundo correrá atrás de mim. só por um momento. muito breve, enquanto quem toma café se esquece das mesas, cadeiras, do café, e vem atrás. enquanto homens e mulheres esquecem quem são e deixam de escravizar, mental, física e socialmente, bichos e bichas, e todo o mundo corre atrás de mim. cães, gatos, lebres, o borrego do almoço, que viveu preso numa grade de pau, e depois, ainda criança foi morto. e o homem é justo, e o homem é bom, e o homem é superior aos animais, e eu utópico, e eu bom, porque eu não desses... mas não, não consigo suprimir-me, a mim, ao eu carnívoro maléfico filho da mãe, de forma que o borrego atrás de mim também, mas já assado, com batatinhas a acompanhar. é curioso como na cabeça cabe tanta coisa, mas não é curioso coisa nenhuma, porque foi Deus. Deus grande, e conhece o Papa... importante seja quem conhece o Papa, que come criancinhas, ou será que só protege quem as comeu, mas será que só perdão, ou incentivo? pecado, ou perdão? qual será. eu falo com Deus, ele envergonhado com padres e homens comuns, que esqueceram quem ele era... e homens de costas voltadas, e homens que escravizam... esses homens que agora correm atrás de mim, com o borrego, as batatinhas, e o Forrest e os padres, e Deus, e tudo que me cabe na cabeça... corremos todos, de alma dada em direcção ao sonho, à utopia, à paz... já é tarde, se calhar chegamos atrasados.
Sunday, January 10, 2010
Mais à larga
Às vezes é preciso espaço... Viver numa caixa apertada não é agradável... Parar e ver as pessoas falar, ouvir o que elas dizem não é importante: são palavras que saem. Raiva, amor, ódio, indiferença, ar, vento... Todas iguais, todas insignificantes no seu valor. O que interessa são elas. Não sejamos racistas, não interessa a sua cor. Como pessoas, só interessa que o sejam, neste caso, palavras.
Descobri que sou Existencialista. Já era há muito tempo fortemente existencialista, mas só ontem parei para aprender um pouco. Sou um Existencialista sem sombra de dúvida. Algumas diferenças no máximo fazem-me um Neo-Existencialista. Para quem, como eu não conhecia, não sabe o que é, é caracterizado pela expressão de Satre "O ser humano está condenado a ser livre."
Se sou livre ou não não sei. Mas já sinto uma aragem.
Descobri que sou Existencialista. Já era há muito tempo fortemente existencialista, mas só ontem parei para aprender um pouco. Sou um Existencialista sem sombra de dúvida. Algumas diferenças no máximo fazem-me um Neo-Existencialista. Para quem, como eu não conhecia, não sabe o que é, é caracterizado pela expressão de Satre "O ser humano está condenado a ser livre."
Se sou livre ou não não sei. Mas já sinto uma aragem.
Tuesday, December 15, 2009
A Anedota da Educação
Vivo numa vila onde tudo se sabe em pouco tempo. Toda a gente sabe se fulano tal casou ou não. O concelho tem 30000 habitantes, a vila não deve ter metade disso, por isso... Toda a gente sabe quem morre, e espalha a notícia. Também se sabe dos cancros, quem teve quem não teve. Pois bem, nos últimos dois anos cerca de 5 professoras na escola teve cancro, o que é muito elevado, para um concelho onde muita pouca gente chega a ter cancro. No concelho os casos também têm disparado, mas creio que não tanto como na educação, que é apenas uma pequena classe profissional, que não deve representar um décimo da população do concelho. No entanto os casos conhecidos de cancro devem ser bem mais que um décimo que os manifestados em todas as classes profissionais.
O amianto é uma substância cancerígena e representa a cobertura de grande parte das escolas do país. Naturalmente este pode ser visto como um factor perigoso, e é. As escolas não fazem a sua substituição, nem os conselhos executivos, nem a entidade máxima da Educação. Já tive um professor que fazia parte do Conselho Executivo. Segundo ele a quantidade de amianto nas coberturas não era muito considerável, pelo que não se justificava o emprego de quaisquer fundos. Ora, esta é uma substância extremamente cancerígena, proibida nalgumas partes do Brasil, França, Inglaterra, ...Todas as partículas de amianto são consideráveis!
Seria muito caro substituir todas essas coberturas por chapas metálicas? Talvez não fosse barato, mas não seria mais caro do que os novos plasmas que apareceram na escola, provavelmente fruto do plano tecnológico, que, numa escola com este atentado à saúde pública e onde chove dentro por vezes, se torna ridículo. Muito, muito ridículo!
Sei que disse que não iria mais falar de política, penso que até tenho cumprido, mas com coisas tão ridículas como isto, e com muitas outras que se têm passado (tantas), e eu calado, cada vez mais se vê que este primeiro ministro só sabe fazer propaganda política, esquecendo-se de que há um país que há cerca de 15 anos, 20, está à espera de governantes, e que nunca conheceu políticos 5*.
Fugi um pouco do tema, mas aquele homem,(perdoem-me o Ad Hominem) que faz tudo a pensar nas próximas eleições, que quer mandar no seu partido e nos outros, que se esquece que agora manda menos que os outros 4 partidos, e que só está no poder porque há alguns fanáticos, outros interessados, e alguns que não queriam arriscar noutra cor política, tira-me do sério, de tão pouco sério que é. Qualquer um dos outro quatro partidos era melhor escolha, pelo menos enquanto à frente do PS estiver esse senhor, " a esquerda possível" com que Manuel Alegre o apelidou, descendo na minha consideração (que era muito alta), esquecendo-se que Portugal para Sócrates são os poderosos, e um punhado de familiares.
Seria muito caro substituir todas essas coberturas por chapas metálicas? Talvez não fosse barato, mas não seria mais caro do que os novos plasmas que apareceram na escola, provavelmente fruto do plano tecnológico, que, numa escola com este atentado à saúde pública e onde chove dentro por vezes, se torna ridículo. Muito, muito ridículo!
Sei que disse que não iria mais falar de política, penso que até tenho cumprido, mas com coisas tão ridículas como isto, e com muitas outras que se têm passado (tantas), e eu calado, cada vez mais se vê que este primeiro ministro só sabe fazer propaganda política, esquecendo-se de que há um país que há cerca de 15 anos, 20, está à espera de governantes, e que nunca conheceu políticos 5*.
Fugi um pouco do tema, mas aquele homem,(perdoem-me o Ad Hominem) que faz tudo a pensar nas próximas eleições, que quer mandar no seu partido e nos outros, que se esquece que agora manda menos que os outros 4 partidos, e que só está no poder porque há alguns fanáticos, outros interessados, e alguns que não queriam arriscar noutra cor política, tira-me do sério, de tão pouco sério que é. Qualquer um dos outro quatro partidos era melhor escolha, pelo menos enquanto à frente do PS estiver esse senhor, " a esquerda possível" com que Manuel Alegre o apelidou, descendo na minha consideração (que era muito alta), esquecendo-se que Portugal para Sócrates são os poderosos, e um punhado de familiares.
Friday, December 4, 2009
Cansaço
Tired by billysphoto
Ando cansado. Ando eu, anda toda a gente. Uns mais que outros, mas toda a gente está de qualquer forma cansada: tal como miserável. Uns estão cansados de viver, outros por viver. Uns cansados de não fazer nada, outros por nada quererem fazer, e não poderem. Um descanso às vezes iria bem. Hoje ir-me-ia bem. Ficava-me bem: até combina com o meu tom de pele. Deixo de ter alma, por esta ter estado tão forte algures no tempo. E apetece-me descansar. E a todos nos apetece descansar.
Quem corre por gosto não cansa, mas algum dia terá de parar, e quando parar vai notar o cansaço... Eu não sei em que me canso mais: se a correr se a me cansar de correr. A nossa vida é uma jornada, e temos muito que correr. Temos duas opções gostarmos da corrida, e não parar até ao fim até sucumbirmos no meio da estrada, ou queixar-mo-nos toda a corrida, e acabar o nosso caminho estafados, felizes ou não, mas aliviados.
O cansaço cansa. E atrapalha. O cansaço consegue moldar a nossa atenção, a nossa mente. Consegue até afectar a nossa inteligência. Eu sinto-me mais criativo quando estou cansado, mas tenho menos vontade de criar. Só não gosto de me cansar por causa de outros, por causa de outros mo exigirem. E é por isso que me sinto tão cansado: por que tenho feito a corrida de outros.
Peço desculpa por vos submeter ao fruto do meu cansaço, mas como vocês talvez estejam tão ou mais cansados que eu, vão ler, ou não, passando os olhos por cima, e achar que o que eu escrevi é perfeitamente normal, como eu acho aliás, neste preciso momento.
Quem corre por gosto não cansa, mas algum dia terá de parar, e quando parar vai notar o cansaço... Eu não sei em que me canso mais: se a correr se a me cansar de correr. A nossa vida é uma jornada, e temos muito que correr. Temos duas opções gostarmos da corrida, e não parar até ao fim até sucumbirmos no meio da estrada, ou queixar-mo-nos toda a corrida, e acabar o nosso caminho estafados, felizes ou não, mas aliviados.
O cansaço cansa. E atrapalha. O cansaço consegue moldar a nossa atenção, a nossa mente. Consegue até afectar a nossa inteligência. Eu sinto-me mais criativo quando estou cansado, mas tenho menos vontade de criar. Só não gosto de me cansar por causa de outros, por causa de outros mo exigirem. E é por isso que me sinto tão cansado: por que tenho feito a corrida de outros.
Peço desculpa por vos submeter ao fruto do meu cansaço, mas como vocês talvez estejam tão ou mais cansados que eu, vão ler, ou não, passando os olhos por cima, e achar que o que eu escrevi é perfeitamente normal, como eu acho aliás, neste preciso momento.
Sunday, November 29, 2009
Sonhador
Dream Machine, by Robert K.
Nunca fui pessoa que gostasse de sonhar. Entro sempre em conflito comigo próprio, porque não gosto de sonhar em cenários impossíveis, ou irrealistas, e isso faz tão bem... Nem em pequeno era capaz de o fazer.Isto não quer dizer que não sonhe. Sonho e sonho muito... Então ultimamente ando imerso em universos paralelos, que nada, pouco ou muito pouco têm a ver com a realidade. E nunca andei tão bem. Despreocupado. Separado da realidade. Sonhador.
Saturday, November 7, 2009
Criança
Apetece-me correr. Desatar a correr por meio de campos e vales. Atravessar rios como lagarto que não sou. Tocar no Sol de passagem. Apetece-me correr, porque quero libertar-me de futuros, passados, presentes, ideias, ideais, pensamentos, reflexões... Quero libertar-me de tudo.. Quero libertar-me dos meus músculos, dos meus ossos, de todos os meus tecidos ...(quero que a minha pele fique espalhada pelo chão e pelo ar, por aí. Quero ser livre.... E, depois de me libertar, talvez consiga voar...
Quero-me libertar do que já vivi. Quero tornar a ser eu, eu, e só eu, sem quaisquer influências externas. Quero libertar-me. Quero correr. Quero tornar a ser criança.
Quero-me libertar do que já vivi. Quero tornar a ser eu, eu, e só eu, sem quaisquer influências externas. Quero libertar-me. Quero correr. Quero tornar a ser criança.
Wednesday, July 15, 2009
Intelectuais, não intelectuais e falsos intelectuais - uma questão de atitude
Note-se que este artigo é meramente de opinião, e por maior que forem as barbaridades que estão escritas não construa uma má opinião de mim. Para construir algum tipo de opinião sobre mim, agradecia que lesse o artigo todo, isto, se for capaz (xD)!!! - (tinha de utilizar um smile! peço desculpa pelo incómodo)
Eu quando falo com alguém, discutindo opiniões, tenho tendência de avaliar essa pessoa. Muitas vezes, não consigo, pois não percebo a forma como ela pensa, ou porque tem uma grande diversidade de reacções e opiniões, o que de certa forma me inibe de a classificar como intelectual, não intelectual ou falsa intelectual. Escusado será dizer que a pessoa com quem mais faço isto é comigo mesmo.
Eu sei que não se deve classificar nada nem ninguém, mas é algo que eu não controlo! Não tenho nenhuma listinha nem nada disso, mas tento ao máximo tentar compreender até que ponto uma pessoa sabe o que diz. Porque o facto é que eu sinto-me influenciado por aquilo que uma pessoa sabe, mostra saber ou que eu penso que sabe.
.Normalmente considero alguém intelectual quando tem uma grande cultura e uma enorme inteligência para a entender sem ser influenciado por preconceitos em relação a ela. Normalmente aceito, ou pelo menos entendo a validade das suas opiniões.
.Alguém não intelectual, para mim, é alguém que não tem nem quer ter uma grande cultura. As pessoas que eu costumo por neste saco costumam ser modestas e ter um bom coração. Normalmente aceitam as opiniões de pessoas com maior experiência ou conhecimento que estas.
.E o que é, para mim, um falso intelectual? É alguém que quer ser intelectual e que se tenta mostrar como tal. Normalmente costumam usar muitas frases feitas, têm como referências nomes mais famosos do público em geral, ou de um público mais alternativo.

Eu quando falo com alguém, discutindo opiniões, tenho tendência de avaliar essa pessoa. Muitas vezes, não consigo, pois não percebo a forma como ela pensa, ou porque tem uma grande diversidade de reacções e opiniões, o que de certa forma me inibe de a classificar como intelectual, não intelectual ou falsa intelectual. Escusado será dizer que a pessoa com quem mais faço isto é comigo mesmo.
Eu sei que não se deve classificar nada nem ninguém, mas é algo que eu não controlo! Não tenho nenhuma listinha nem nada disso, mas tento ao máximo tentar compreender até que ponto uma pessoa sabe o que diz. Porque o facto é que eu sinto-me influenciado por aquilo que uma pessoa sabe, mostra saber ou que eu penso que sabe.
.Normalmente considero alguém intelectual quando tem uma grande cultura e uma enorme inteligência para a entender sem ser influenciado por preconceitos em relação a ela. Normalmente aceito, ou pelo menos entendo a validade das suas opiniões.
.Alguém não intelectual, para mim, é alguém que não tem nem quer ter uma grande cultura. As pessoas que eu costumo por neste saco costumam ser modestas e ter um bom coração. Normalmente aceitam as opiniões de pessoas com maior experiência ou conhecimento que estas.
.E o que é, para mim, um falso intelectual? É alguém que quer ser intelectual e que se tenta mostrar como tal. Normalmente costumam usar muitas frases feitas, têm como referências nomes mais famosos do público em geral, ou de um público mais alternativo.
Como podem ter entendido, para mim, a intelectualidade é uma questão de atitude perante os conhecimentos ou gostos que se têm. Devo dizer que para mim esta regra aplica-se em todas as áreas, desde a literatura à vida em geral!
E como me considero eu, a mim próprio? É curioso, porque sobre aquele que na teoria eu conheço melhor, ou seja, eu próprio, não consigo classificar de uma forma clara. Eu tenho imensas opiniões válidas, sobre as mais diversas coisas, e apesar de para mim estarem correctas, aceito que digam que o não estão; por vezes sinto-me influenciado por pessoas mais velhas e, aparentemente, mais cultas; e por muitas vezes tento mostrar-me culto e intelectual,por vezes sou algo radical na aceitação de outras opiniões e tenho uma necessidade interior que nem sempre revelo de classificar as pessoas!
Por isso as minhas opiniões sobre mim próprio variam tanto, entre o culto, o inculto e o que pensa que é culto. Por isso mesmo é errado criar estas divisões: é impossível classificar alguém como sendo algo. Podem ser mais ou menos cultos, e em diferentes momentos podem ser claramente uma coisa ou outra, mas enquanto pessoas são simplesmente pessoas, e mais não podemos dizer!
E como me considero eu, a mim próprio? É curioso, porque sobre aquele que na teoria eu conheço melhor, ou seja, eu próprio, não consigo classificar de uma forma clara. Eu tenho imensas opiniões válidas, sobre as mais diversas coisas, e apesar de para mim estarem correctas, aceito que digam que o não estão; por vezes sinto-me influenciado por pessoas mais velhas e, aparentemente, mais cultas; e por muitas vezes tento mostrar-me culto e intelectual,por vezes sou algo radical na aceitação de outras opiniões e tenho uma necessidade interior que nem sempre revelo de classificar as pessoas!
Por isso as minhas opiniões sobre mim próprio variam tanto, entre o culto, o inculto e o que pensa que é culto. Por isso mesmo é errado criar estas divisões: é impossível classificar alguém como sendo algo. Podem ser mais ou menos cultos, e em diferentes momentos podem ser claramente uma coisa ou outra, mas enquanto pessoas são simplesmente pessoas, e mais não podemos dizer!
Subscribe to:
Posts (Atom)