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Monday, June 18, 2012
Spiro Shares a Cool John Lennon Tattoo
Being that today is Paul McCartney's birthday, I thought I would share this tattoo of John Lennon, since he and Paul are considered one of the greatest songwriting duos in popular music.
This tattoo was spotted in Penn Station earlier this month, on the back of an arm belonging to Spiro.
He got this piece done by Dave Lopez at Ron & Dave's Tattooing in Staten Island. Spiro explained that he went in with a basic idea and that Dave drew up the design and had a stencil ready in no time. It should be noted that the musical notes seen above wrap around the upper arm.
Spiro told me, "I'm a huge Beatles fan ... more John Lennon and what he stood for and his message ... so I kinda try to live by that." He added, "I'm like a little hippie born in the wrong generation."
According to Spiro, the artist Dave's mother is a huge John Lennon fan, so he was super passionate about the design of the tattoo. It always helps when your artist shares your enthusiasm for a tattoo idea!
Thanks to Spiro for sharing this cool John Lennon tattoo with us here on Tattoosday!
This entry is ©2012 Tattoosday.
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Friday, December 10, 2010
"if a body catch a body coming through the rye"
Recentemente "celebraram-se" os 30 anos passados sem John Lennon. Assassinado a 8 de Dezembro de 1980, em frente ao edifício Dakota, por um fã que, horas antes, havia visto o seu exemplar do primeiro álbum de Lennon num espaço de cinco anos, Double Fantasy, autografado, no mesmo sítio em que Lennon agonizaria e perderia 80% do seu sangue. Mark Chapman diz ter sido inspirado pelo livro The Catcher in the Rye ( À espera no centeio) de J.D. Salinger.
No 9
O livro de Salinger conta a história, na primeira pessoa, de Holden Caulfield. Holden vê-se expulso de Pencey, a última escola para que havia sido transferido. Decide esperar num hotel até que os pais recebam a carta a dar conta da sua expulsão. Nesta espera conhecemo-lo em pormenor, aprendemos que vê em cada pessoa falsidade estampada, ou, em vez disso, ignorância. Vemos a forma como, ainda assim, Holden convive com esses mesmos "phonies". Sentimos o desajusto de Holden no mundo. Naturalmente ele dá-se conta da sua falsidade, dos defeitos que vê nos outros, ainda assim, justifica-a. A obra não acaba sem ele reconhecer a falta que sente de todos os hipócritas que conheceu.
No 9
Do ponto de vista formal, The Catcher in the Rye é fluído, adaptado à linguagem de um jovem, através da, por exemplo, adopção do calão. De uma ponta da obra à outra parece que estamos dentro da cabeça de Holden. Compreendem-se todas as suas acções, todos os seus pensamentos, ainda que incoerentes ou desajustados.
No 9
Enquanto que para alguns críticos esta obra constitui uma crítica aos jovens, ou pelo menos um retrato da juventude que não conhece o seu lugar no mundo, par mim é mais que isso, é antes um exorcismo de Salinger, através do qual, liberta a sua opinião sobre o mundo, sobre as pessoas, o quanto são falsas, o quanto é falsa toda a estrutura da sociedade da época (sobrando para a actualidade). Interpreto isto do isolamento no qual Salinger se deixou cair depois de escrito este livro, resposta mais perfeita para o problema de Caulfield seria impossível.
No 9
É pena que Chapman não tenha interpretado este romance da mesma forma que eu. Na sua loucura, identificou-se com a obra, relendo-a até ao esgotamento da escassa sanidade. Vendo a hipocrisia espalhada na cara do seu ídolo, decidiu que o melhor era acabar com ela. Acabou com um dos maiores músicos da história, ainda que dele não se esperasse muita mais música. Acabou com um símbolo da paz que, hipocritamente ou não, ainda podia fazer muita coisa pelo mundo, e pelos seus filhos.
No 9
No 9
O livro de Salinger conta a história, na primeira pessoa, de Holden Caulfield. Holden vê-se expulso de Pencey, a última escola para que havia sido transferido. Decide esperar num hotel até que os pais recebam a carta a dar conta da sua expulsão. Nesta espera conhecemo-lo em pormenor, aprendemos que vê em cada pessoa falsidade estampada, ou, em vez disso, ignorância. Vemos a forma como, ainda assim, Holden convive com esses mesmos "phonies". Sentimos o desajusto de Holden no mundo. Naturalmente ele dá-se conta da sua falsidade, dos defeitos que vê nos outros, ainda assim, justifica-a. A obra não acaba sem ele reconhecer a falta que sente de todos os hipócritas que conheceu.
No 9
Do ponto de vista formal, The Catcher in the Rye é fluído, adaptado à linguagem de um jovem, através da, por exemplo, adopção do calão. De uma ponta da obra à outra parece que estamos dentro da cabeça de Holden. Compreendem-se todas as suas acções, todos os seus pensamentos, ainda que incoerentes ou desajustados.
No 9
Enquanto que para alguns críticos esta obra constitui uma crítica aos jovens, ou pelo menos um retrato da juventude que não conhece o seu lugar no mundo, par mim é mais que isso, é antes um exorcismo de Salinger, através do qual, liberta a sua opinião sobre o mundo, sobre as pessoas, o quanto são falsas, o quanto é falsa toda a estrutura da sociedade da época (sobrando para a actualidade). Interpreto isto do isolamento no qual Salinger se deixou cair depois de escrito este livro, resposta mais perfeita para o problema de Caulfield seria impossível.
No 9
É pena que Chapman não tenha interpretado este romance da mesma forma que eu. Na sua loucura, identificou-se com a obra, relendo-a até ao esgotamento da escassa sanidade. Vendo a hipocrisia espalhada na cara do seu ídolo, decidiu que o melhor era acabar com ela. Acabou com um dos maiores músicos da história, ainda que dele não se esperasse muita mais música. Acabou com um símbolo da paz que, hipocritamente ou não, ainda podia fazer muita coisa pelo mundo, e pelos seus filhos.
No 9
Wednesday, December 8, 2010
Friday, October 8, 2010
Happy Birthday, John...
On what would be John Lennon's 70th birthday, we'll pay a tribute with this tattoo I spotted back at the end of July:
This tattoo belongs to Julia, who I met on Penn Plaza outside of Borders near Madison Square Garden.
This is her first tattoo, and it is based on John Lennon's artwork, one of his self-portrait sketches.
Julia is named after the Beatles song "Julia," which Lennon wrote about his mother.
The tattoo was inked at Tattoo Seen & Body Piercing on East Tremont in the Bronx, New York.
It seemed appropriate to hang on to this post until John's birthday, as a special way we here at Tattoosday could honor the great musician's memory.
Thanks to Julia for sharing this tattoo with us and allowing us to honor the memory of the Great John Lennon on what would have been his seventieth birthday!
This tattoo belongs to Julia, who I met on Penn Plaza outside of Borders near Madison Square Garden.
This is her first tattoo, and it is based on John Lennon's artwork, one of his self-portrait sketches.
Julia is named after the Beatles song "Julia," which Lennon wrote about his mother.
The tattoo was inked at Tattoo Seen & Body Piercing on East Tremont in the Bronx, New York.
It seemed appropriate to hang on to this post until John's birthday, as a special way we here at Tattoosday could honor the great musician's memory.
Thanks to Julia for sharing this tattoo with us and allowing us to honor the memory of the Great John Lennon on what would have been his seventieth birthday!
Wednesday, December 9, 2009
Friday, December 4, 2009
A ouvir #5
Não sou grande adepto do Natal. Acho que resume a um dia um ano inteiro. Mas esta música é sem dúvida a mais bela música de Natal que há.
Aconselho este vídeo (era impossível postar).
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